Blecaute pegou os médicos no meio da cirurgia, e o gerador do hospital pifou.
Parente teve a idéia de iluminar o paciente com a tela do celular.
Cirurgiões de um hospital argentino conseguiram completar uma operação de emergência no apêndice de um paciente no meio de um blecaute. O que salvou a pátria -e o paciente- foi a luz de aparelhos celulares.
Leonardo Molina, de 29 anos, estava na mesa de operação quando a energia acabou na Policlínica Juan D. Peron, o principal hospital em Vila Mercedes, uma pequena cidade na província de San Luis, na região central da Argentina.
"O gerador, que deveria estar funcionando corretamente, falhou", disse um porta-voz do hospital à rede de televisão TN. "Os cirurgiões e anestesistas ficaram no escuro.
Um familiar do paciente trouxe alguns telefones celulares de pessoas que estavam na sala de espera para providenciar luz", afirmou o porta-voz.
Ricardo Molina, irmão de Leonardo, disse ao jornal "La Nación" que ficou preocupado com o blecaute, porque o efeito da anestesia do irmão estava acabando e a cirurgia ainda estava em andamento.
O diretor do hospital, Dario Maurer, afirmou ao jornal que a cirurgia no escuro durou cerca de 20 minutos.
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