O Viajante

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ex-atriz mirim de “A Fábrica de Chocolates” teve 13 cáries após filme


A atriz Denise Nickerson, 54, que interpretou a garota Violet Beauregarde na versão original de “A Fantástica Fábrica de Chocolates” disse que teve 13 cáries após o filme, informou o site TMZ.

Segundo a atriz, ela tinha que comer muitos doces e mascar tantos chicletes durante as filmagens, que ela acabou com a boca cheia de dentes podres.

Dirigido por Mel Stuart, o filme original, de 1971, conta a história de Willy Wonka, dono de uma fábrica de chocolates misteriosa, que resolve abrir o local apenas para cinco crianças que encontrassem bilhetes dourados em barras de chocolate.

Em 2005, o diretor Tim Burton fez um remake do longa, com Johnny Depp no papel de Willy Wonka.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Esquentar tumor ajuda a destruir câncer, afirma estudo

Pesquisadores holandeses descobriram que esquentar um tumor levemente (entre 41ºC e 42,5ºC) ajuda a bagunçar o sistema de regeneração das células cancerosas, abrindo caminho para que tratamentos como a quimioterapia e a radioterapia funcionem melhor.

http://www.jornalfloripa.com.br
O efeito benéfico do calor sobre os tumores já era conhecido dos cientistas. Mas, até agora, ninguém sabia muito bem o porquê.



O grupo liderado por Przemek Krawczyk, da Universidade de Amsterdã, viu que o calor inibe a chamada recombinação homóloga, um sistema de regeneração do DNA das células.



Mais especificamente, o procedimento inutiliza a proteína BRCA2, que tem um papel importante nesse processo e já tem papel conhecido em certos cânceres.



NÃO INVASIVO



"Nossos resultados mostram que a hipertermia pode ser uma ferramenta poderosa e não invasiva para introduzir localmente a degradação da BRCA2 e deficiências na recombinação homóloga". diz o trabalho, publicado na versão online da revista científica americana "PNAS".



Nas células normais, ter um caminho para regenerar o DNA é fundamental, porque, em situações naturais do organismo, podem acontecer falhas e defeitos que comprometem o funcionamento de todo o sistema celular.



Já nas células cancerosas, essa capacidade de regeneração ajuda a diminuir a eficácia de tratamentos que danificam o DNA para combater os tumores, como a quimioterapia e a radioterapia.



Para avaliar a ação do calor sobre o câncer, os cientistas primeiro fizeram o experimento em laboratório, usando células-tronco embrionárias de ratos.



Depois, partiram para estudos em modelos vivos. Os pesquisadores injetaram tumores nas patas dos roedores. Para esquentar as células cancerosas, eles colocaram os membros "doentes" em uma espécie de banho-maria por até 90 minutos. Todos os animais estavam anestesiados.



A ação benéfica do calor sobre os tumores foi ainda mais forte quando combinada ao uso de algumas substâncias, especialmente os inibidores Parp, que já estão em fase de testes clínicos.



Com o sistema de regeneração do câncer abalado, o tratamento com quimioterapia e radioterapia tem maiores chances de ser bem-sucedido. As células cancerosas passam a se multiplicar em ritmo mais lento.



TIPOS DE CÂNCER



Na opinião dos autores do trabalho, a pesquisa poderá ser aplicada a vários tipos de tumores. Segundo eles, há grandes chances de que o estudo em seres humanos tenha resultados tão positivos quanto o dos ratos.



"O próximo passo é pensar em terapias que combinem a hipertermia e outros tratamentos em humanos."

Cientistas vão testar comunicação com golfinhos por computador

Um computador capaz de reconhecer o som emitido por golfinhos e gerar respostas em tempo real é o trabalho que está sendo desenvolvido pela organização Projeto de Golfinhos Selvagens, na Flórida (USA).



Grupos desses cetáceos têm se comunicado com humanos, por meio de desenhos e sons, desde a década de 60. Mas a comunicação é quase de uma mão única, explica Denise Herzing, que está à frente da pesquisa.



Desde 1998, Herzing e colegas tentam estabelecer uma comunicação de duas vias com os golfinhos. Primeiro, pelo uso de sons artificiais e, depois, associando-se os sons emitidos a quatro símbolos que aparecem em um keyboard especial usado debaixo d'água.



O golfinho pode pedir coisas apontando para cada um dos símbolos, como brincar ou pegar uma carona em uma onda, e não apenas receber ordens humanas.



O projeto é uma colaboração com o pesquisador de inteligência artificial Thad Starner, do Instituto de Tecnologia de Georgia, em Atlanta (EUA). A meta é criar um sistema de linguagem com os quais os golfinhos selvagens se comuniquem naturalmente que, por si só, já é uma grande desafio.



Os golfinhos podem produzir sons em frequências mais altas a 200 quilo-hertz --ou seja, quase dez vezes mais do que o ouvido humano é capaz de captar. Outro ponto a ser superado é como os animais projetam sons em diferentes direções sem mexer a cabeça, o que torna mais difícil reconhecer o "som-palavra" que emitiu.



Para contornar esse problema, Starner e colegas estão construindo um protótipo de computador do tamanho de um smartphone, dotado de dois fones de ouvido concebidos para funcionar debaixo d'água e captar os mais variados sons para então decifrá-los.



"Nem mesmo sabemos se os golfinhos usam palavras", admite Herzing. "Poderíamos usar os sinais deles, se nós os conhecêssemos."


http://www.jornalfloripa.com.br/cienciaevida

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Consumidora compra notebook no Submarino e recebe pacotes de macarrão

Servidora pública, que pretendia presentar a mãe neste domingo, recebeu pacote do site com duas embalagens de macarrão tipo miojo.

Para presentear a mãe no próximo domingo, a servidora pública brasiliense Maria Luiza Ferreira decidiu usar a loja virtual Submarino no último dia 2/5 para adquirir um notebook. A compra, no valor de 1200 reais, foi finalizada e até entregue antes do prazo. No entanto, em vez do computador, o pacote veio com algo muito menos tecnológico: dois pacotes de macarrão instantâneo, no valor de 89 centavos.

De acordo reportagem da rádio CBN, Maria Luiza, após constatar o ocorrido, entrou em contato com o atendimento ao cliente do Submarino, que não soube como remediar o problema imediatamente. “Falaram que eu tinha de devolver o notebook para receber o novo; informei que eu não tinha o produto, mas sim dois pacotes de miojo” disse a servidora à reportagem da rádio. A consumidora também afirmou que a empresa havia estipulado um prazo de dois dias para fornecer uma resposta – que não foi emitida dentro do prazo – e que, além disso, os atendentes alegaram não ser possível entregar o presente até o Dia das Mães.

Maria Luiza informou à rádio que aguarda um posicionamento da empresa para ver se haverá necessidade de entrar na justiça. A assessoria de imprensa do Submarino informou ao IDG Now! que o produto será entregue, no máximo, até amanhã para a consumidora.

IDG Now!
Publicada em 05 de maio de 2011