Qua, 07 Out, 03h31
Amã, 7 out (EFE).- As autoridades jordanianas investigam a partir de hoje o que motivou um repentino aumento da temperatura para 400ºC em um local próximo a Amã, informaram fontes oficiais.
O fenômeno ocorreu nesta terça-feira em uma área de quase dois mil metros quadrados na província de Balqa, 15 quilômetros ao oeste de Amã, segundo o governador da província, Abdul Khalil Sleimat.
"O fenômeno foi descoberto por acaso quando ovelhas entraram no terreno enquanto estavam pastando", disse o governador.
Sleimat contou que, de acordo com os pastores que cuidavam das ovelhas, os animais "foram completamente queimados e desapareceram".
As autoridades isolaram a área e retiraram os moradores do local, acrescentou o governador.
O Governo jordaniano deixou a investigação do fenômeno a cargo de um painel formado por diversos departamentos e instituições acadêmicas.
O chefe da associação jordaniana de geólogos, Bahjat Adwan, descartou a presença de qualquer atividade sísmica ou vulcânica na área.
O diretor do Conselho de Recursos Naturais da Jordânia, Maher Hijazin, informou que certos materiais orgânicos podem ter se juntado e reagido sob a superfície, gerando o inusitado aumento de temperatura.
Hijazin também destacou que há uma rede de água e esgoto que lança seus resíduos na região. EFE
Urgente!! urgente!! Este blog destina-se á publicação das mais escatológicas notícias já vistas por todo esse mundo!! Divirta-se e lembre-se: É tudo verdade (ou pelo nenos disseram que era}!
O Viajante
Lunar
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
A superabóbora
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Descoberta na Etiópia lança luz sobre origens do homem
REUTERS
Por Maggie Fox
WASHINGTON (Reuters) - Um esqueleto humano de 4,4 milhões de anos atrás mostra que os humanos não evoluíram de ancestrais semelhantes aos chimpanzés, relataram pesquisadores nesta quinta-feira.
Em vez disso, o elo perdido --o ancestral comum aos humanos e aos macacos de hoje-- era diferente de ambos e os macacos evoluíram tanto quanto os humanos a partir desse ancestral comum, afirmaram eles.
Os pesquisadores salientaram que "Ardi" deve ser agora o hominídeo mais antigo que se conhece, mas não é o elo perdido. "Em 4,4 milhões de anos atrás encontramos algo um tanto perto disso", disse Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley, que ajudou a coordenar a equipe de pesquisa.
Eles descreveram o esqueleto parcial de uma fêmea do "Ardipithecus ramidus". A espécie hominídea viveu há 4,4 milhões de anos no que agora é a Etiópia.
A criatura de 1,2 metro é um milhão de anos mais velha que "Lucy" --o esqueleto de uma outra espécie, chamada "Australopithecus afarensis", um dos pré-humanos mais conhecidos.
O estudo genético sugere que os humanos e nossos parentes mais próximos, os chimpanzés, diferenciaram-se há 6 milhões ou 7 milhões de anos, embora algumas pesquisas sugiram que isso pode ter ocorrido há 4 milhões de anos.
"Ardi" é claramente um ancestral humano e seus descendentes não viraram chimpanzés ou macacos, relataram os pesquisadores na revista Science.
Ela tinha uma cabeça semelhante a de macaco e dedos dos pés oponíveis que permitiam que ela subisse em árvores com facilidade, mas suas mãos, pulsos e pélvis mostram que ela caminhava como um humano moderno e não como um chimpanzé ou um gorila.
"As pessoas meio que assumiram que os chimpanzés modernos não evoluíram muito, que o último ancestral comum era mais ou menos como um chimpanzé e de que a linhagem humana passou por toda a evolução", afirmou White.
Mas "Ardi" é "ainda mais primitiva que um chimpanzé", disse White.
Por Maggie Fox
WASHINGTON (Reuters) - Um esqueleto humano de 4,4 milhões de anos atrás mostra que os humanos não evoluíram de ancestrais semelhantes aos chimpanzés, relataram pesquisadores nesta quinta-feira.
Em vez disso, o elo perdido --o ancestral comum aos humanos e aos macacos de hoje-- era diferente de ambos e os macacos evoluíram tanto quanto os humanos a partir desse ancestral comum, afirmaram eles.
Os pesquisadores salientaram que "Ardi" deve ser agora o hominídeo mais antigo que se conhece, mas não é o elo perdido. "Em 4,4 milhões de anos atrás encontramos algo um tanto perto disso", disse Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley, que ajudou a coordenar a equipe de pesquisa.
Eles descreveram o esqueleto parcial de uma fêmea do "Ardipithecus ramidus". A espécie hominídea viveu há 4,4 milhões de anos no que agora é a Etiópia.
A criatura de 1,2 metro é um milhão de anos mais velha que "Lucy" --o esqueleto de uma outra espécie, chamada "Australopithecus afarensis", um dos pré-humanos mais conhecidos.
O estudo genético sugere que os humanos e nossos parentes mais próximos, os chimpanzés, diferenciaram-se há 6 milhões ou 7 milhões de anos, embora algumas pesquisas sugiram que isso pode ter ocorrido há 4 milhões de anos.
"Ardi" é claramente um ancestral humano e seus descendentes não viraram chimpanzés ou macacos, relataram os pesquisadores na revista Science.
Ela tinha uma cabeça semelhante a de macaco e dedos dos pés oponíveis que permitiam que ela subisse em árvores com facilidade, mas suas mãos, pulsos e pélvis mostram que ela caminhava como um humano moderno e não como um chimpanzé ou um gorila.
"As pessoas meio que assumiram que os chimpanzés modernos não evoluíram muito, que o último ancestral comum era mais ou menos como um chimpanzé e de que a linhagem humana passou por toda a evolução", afirmou White.
Mas "Ardi" é "ainda mais primitiva que um chimpanzé", disse White.
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