O Viajante

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Lunar

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Misterioso aroma doce se alastra de novo por Manhattan

Nova York


Autoridades dizem que odor é inofensivo, mas não sabem explicá-lo
O misterioso aroma doce que tomou conta de áreas de Nova York há mais de três anos voltou a se alastrar pela cidade na noite de segunda-feira, informou o jornal americano New York Times.

Segundo o jornal, o serviço telefônico de informações da cidade, a linha 311, recebeu vários chamados de nova-iorquinos que diziam estar sentindo um cheiro de maple syrup, um tipo de melado bastante popular nos Estados Unidos, feito a partir da seiva da árvore maple, da família das aceráceas, comum na América do Norte.

No Canadá e Estados Unidos, o melado é usada para acompanhar panquecas e waffles.

Segundo um porta-voz do Office of Emergency Management, o serviço de emergência de Nova York, a maioria dos chamados - 35 dentro de um período de algumas horas - veio de diferentes bairros de Manhattan.

Entretanto, um morador do Queens telefonou para o serviço para dizer que podia sentir o aroma doce na região do East River, disse o porta-voz.

Investigadores do departamento de proteção ambiental da cidade saíram à procura da origem do cheiro madrugada adentro, disse um porta-voz do departamento.

O inexplicável perfume adocicado já se alastrou por partes de Nova York e Nova Jersey em outras três ocasiões, disse o New York Times.

Na primeira vez, no outono de 2005, moradores de várias áreas de Nova York e da vizinha Nova Jersey comentaram sobre o cheiro.

Segundo o jornal, há várias teorias para explicar o perfume.

Uma delas diz que o cheiro viria de Nova Jersey.

Outra sugere que o aroma estaria sendo gerado por uma fábrica de doces em Manhattan.

E uma terceira, mais sinistra, é de que o odor estaria associado a um ato de terrorismo.

As autoridades concluíram que o cheiro é inofensivo, mas até hoje nunca identificaram sua origem misteriosa.

Crianças alemãs fogem de casa para se casar na África





As três crianças tentaram viajar sem passaportes e sem dinheiro




Marcelo Crescenti
De Frankfurt para a BBC Brasil



A 'testemunha', Anna-Bell (esq.), e o 'casal', Anna-Lena e Mika
As três crianças tentaram viajar sem passaportes e sem dinheiro
Duas crianças alemãs fugiram de casa com o intento de “se casar na África”, mas acabaram sendo impedidas pela polícia quando chegaram a uma estação de trens.

Um menino de sete anos de idade e uma menina de seis que moram em Hannover, no norte da Alemanha, fizeram as malas e fugiram de casa. Eles conseguiram chegar até a estação de trens da cidade, onde foram interceptados pela polícia.

Segundo as crianças, elas queriam “ir à África para casar e viver por lá.” Elas tinham feito as malas e levavam a irmã da menina, de cinco anos de idade, para servir de “testemunha de casamento.“

Na bagagem, as crianças levavam roupas de banho, um colchão de ar, óculos escuros e comida. Elas queriam pegar o trem para o aeroporto na estação central de Hannover.

Funcionários da estação chamaram a atenção de policiais, que conseguiram convencer as crianças de que sem passagens nem passaporte eles não conseguiriam chegar à África.

Como consolo, elas puderam fazer um “tour” exclusivo pela delegacia de polícia da estação, incluindo uma visita a uma cela. Os policiais disseram que as crianças não ficaram tristes por não poderem prosseguir sua viagem.

Os três menores foram recolhidos pelos pais na delegacia. Eles ainda não tinham percebido a fuga, já que seus filhos saíram da casa enquanto eles ainda dormiam.

As crianças disseram que queriam viver na África porque “lá é sempre quente”. No momento a Alemanha está sendo castigada por um inverno duro com temperaturas abaixo de zero.

"Padre balonista" fica em 1º lugar de prêmio internacional sobre mortes

da Folha Online

O prêmio Darwin Awards, que reconhece o "mérito" de pessoas que morreram de modo considerado estúpido, fechou 2008 com um brasileiro na dianteira: o padre Adelir Antônio de Carli, que desapareceu em abril do ano passado ao fazer um voo suspenso por balões cheios de gás hélio.

A intenção do prêmio é, na definição politicamente incorreta dos organizadores, celebrar aqueles que melhoram o código genético humano (e as chances de sobrevivência da espécie) ao morrerem de maneira "realmente estúpida" --em uma ligação um tanto torta com as teorias de Charles Darwin, cientista que dá nome ao prêmio.

Primeiro colocado na votação on-line de 2008, Carli partiu de Paranaguá (PR) e pretendia chegar até Ponta Grossa (PR), a 180 km de distância, suspenso por balões. O último contato que ele fez foi por celular via satélite, quando pediu que alguém o ajudasse a operar o aparelho de GPS (sistema de posicionamento global) que transportava --o fato de o religioso não saber manusear o aparelho ganhou bastante destaque no texto do Darwin Awards.

O corpo do padre foi encontrado em Maricá (RJ) aproximadamente dois meses após seu desaparecimento. O enterro do religioso ocorreu em 2 de agosto, em Ampére (PR), sua cidade natal, e foi acompanhado centenas de fiéis.

O religioso brasileiro está à frente do italiano Ivece Plattner, que morreu em uma linha de trem balançando os braços ao tentar salvar seu Porsche da força dos vagões que arrastavam o carro.