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segunda-feira, 7 de julho de 2008

Californiano mantém título de maior comedor de cachorro-quente

Californiano mantém título de maior comedor de cachorro-quente



NOVA YORK, EUA (AFP) - O americano Joey Chestnut manteve nesta sexta-feira em Nova York o título de maior comedor de cachorro-quente, conquistado no ano passado com a ingestão de 66 hot dogs em 12 minutos.
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Na competição tradicionalmente organizada no dia da independência americana, no dia 4 de julho em Coney Island, ao sul do bairro de Brooklyn, o americano encarou, entre outros adversários, o ex-campeão japonês Takeru Kobayashi.

A prova consiste em comer a maior quantidade possível de cachorros-quentes em dez minutos, sem vomitar.

Chestnut, um californiano de 24 anos e 102 quilos, dominou quase toda a competição ante seu adversário nipônico, mas Kobayashi lançou-se numa frenética ofensiva nos dois últimos minutos que o permitiu empatar com o adversário.

Foram engolidos 59 "hot dogs" em dez minutos. Para o desempate, foi realizada a prova de cinco salsichas e Chestnut saiu vitorioso.

"Perdi porque não fui suficientemente veloz no desempate", lamentou "tsunami" Kobayashi de 30 anos, ao concluir a contenda da qual participaram 21 gladiadores do tubo digestivo.

"Boa sorte para todos, e que o melhor estômago não vomite!", havia declarado ontem o prefeito Michael Bloomberg durante uma cerimônia de apresentação dos participantes.

A competição foi organizada pela primeira vez em 1916. Reza a lenda que quatro imigrantes resolveram ver quem comia mais 'hot dogs' para determinar qual deles era o mais americano.

James Mullen, um irlandês, havia vencido a prova naquele ano ao comer 13 salsichas em 10 minutos.

Indiana de 70 anos dá à luz casal de gêmeos

Seg, 07 Jul, 12h15

Nova Délhi, 7 jul (EFE).- Desafiando a barreira da idade e na busca de um herdeiro homem, uma indiana de 70 anos deu à luz gêmeos após passar por um tratamento de fertilização in vitro na região indiana de Uttar Pradesh, segundo um parente próximo.
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"Nasceram gêmeos, um menino e uma menina", disse o aldeão em seu dialeto local, em conversa por telefone com a Agência Efe.

O desejo de ter um filho homem que ficasse com a herança da família fez com que Charan Singh, de 75 anos, e sua mulher, Raj Kali, de 70, recorressem à fecundação artificial apesar dos riscos para a saúde da gestante.

O casal tem duas filhas e seis netos.

"Temos muitas terras em Doghat, mas não temos um herdeiro para cuidar delas. No nosso clã, as filhas são consideradas propriedade alheia. Os pais as criam para comandar a casa dos outros", explicou recentemente Singh à agência de notícias indiana "Ians".

Vendo a ansiedade de seus pais, Amrish, a filha mais nova de Singh, quis dar um de seus filhos para que os avós o adotassem como filho legítimo, mas eles se negaram.

Singh e sua mulher não tinham outra escolha a não ser a fertilização artificial, explicou Amrish à "Ians", antes de falar que estava muito contente por ter um irmão.

O parto aconteceu em 24 de junho, mas os bebês nasceram prematuros e com pouco peso, apenas 1,2 quilo.

Embora a mãe tenha recebido alta do hospital onde aconteceu o parto, os gêmeos tiveram que ser transferidos para o hospital Sushila Jaswant Rai, do município vizinho de Meerut, que possui uma unidade especial para prematuros.

"As crianças foram trazidas para cá porque nasceram prematuras e tinham muito pouco peso. A condição delas agora é estável", disse à Efe Ajay, encarregado do berçário do hospital.

Segundo a fonte, as crianças poderão ficar perto dos pais em oito ou dez dias, já que estes estão na aldeia onde vivem. EFE