O Viajante

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Lunar

terça-feira, 27 de novembro de 2007

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Pesquisadores estudam múmia de estranha criatura





O Museu de História Natural Wilson Estevanovic apresenta objetos misteriosos de possíveis civilizações perdidas e uma polêmica múmia que seria de um ser alienígena. A intenção dos donos do museu é de ir à cidade de Barra do Garças (MT) nesta quarta-feira, para compartilhar as pesquisas com o psicólogo, consultor da Revista UFO Ataide Ferreira.

Um recente argumento, tempo atrás, foi trazido à tona e que estimulou um polêmico debate, conseqüentemente direcionado a uma acalorada discussão, nos meios de conversas nas listas de Ufologia da Internet, sobre uma, até então, desconhecida e estranha múmia exposto no Museu de História Natural Wilson Estevanovic, de Uberaba (MG), com características e proporções distintas dos humanos, o que se levou a supor a possibilidade de um ser, talvez, não terrestre.

É fato que, antes mesmo que a notícia mal viesse à tona nas listas de discussão, inúmeras manifestações pré-conceituadas despencaram, com intuito de desconsiderar algo que necessitava ser pesquisado e, antes mesmo de uma conclusão, a notícia foi logo rotulada de ser “categoricamente hidrocefalia” (uma doença que faz provocar deformidade craniana). Opinião, talvez, por defesa própria de um condicionamento a não aceitação de outra suposta hipótese diferente.

Outros, quase que instantaneamente, indagaram mais ou menos assim: “...por que não fizeram uma pesquisa em cima da ossada?”, o que prontamente veio de outrem a resposta: “Porque eles querem ganhar dinheiro!”. E quase desta maneira encerraram a questão.

O co-listeiro Bruno Antônio foi visitar o Museu com o intuito de observar o esqueleto e os demais objetos ali exposto, assim como, coletar mais informações. Uma coisa que lhe chamou a atenção foi o custo do ingresso: Zero! Paga a taxa de R$ 1,00 (um real) somente os que querem, ou os que podem.

Já a respeito da decisão de expor a criatura, tal determinação foi muito difícil, comenta Bruno, sendo que poderia manchar o nome do museu. “Creio que eles [os dirigentes do museu] não queriam tomar proveito de uma situação polêmica para bolar uma fraude e assim ganhar muito dinheiro com a mesma”.

A respeito de novidades sobre a múmia, os dirigentes do museu e equipe apresentaram uma palestra sobre astronomia em um colégio da cidade e revelaram: o esqueleto foi analisado por especialistas que “constataram” não ser uma carcaça humana devido a diversas anomalias ali presentes.

São elas: O ser é hermafrodita; cabeça desproporcional ao corpo; não possui orelhas; globo ocular inusitado; arcada dentária de um ser adulto; espesso músculo com dois dentes presos a ele que sai da boca; seis dedos nos pés. Pesquisadores locais descartaram a hipótese de hidrocefalia, até porque a estatura da “criatura” não permitiria que a doença alcançasse tal nível. Bruno observa que não pôde comparecer a palestra e as informações que passou foram transmitidas por um amigo que esteve presente - estudante do colégio e entusiasta da Ufologia.





O interessante é que ao início de debate. Lembro-me que manifestei algumas curiosas analogias e observações, que em resenha faço emergir:
- A suposta múmia é um ser diferente (e descarto visão preconceituosa, pois que o ser é diferente é, e não se pode negar);
- A cabeça é desproporcional ao corpo;
- O esqueleto é de pequena estatura;
- Supõe-se apresentar 6 (seis) dedos no pé.

Tendo em vista tais aspectos, compare: Toda a vasta extensão do município de Barra do Garças (MT) é dominada pelos índios Bororos, não diferente dos Xavantes se tratando de relatos de fatos estranhos e ufológicos, onde há séculos os índios daquela região, convictos proliferam uma peculiar história: “...são seres semelhantes a nós, mas são pequenos com cabeça grande e seis dedos no pés... Eles viviam em cavernas da região, junto com os deuses que vieram das estrelas” (sic).

Na Revista UFO 102, eu retrato sobre a enigmática região de Barra do Garças (MT), onde friso minuciosamente a crença indígena e popular sobre a antiga existência de seres de estatura pequena semelhantes a nós, mas com cabeça desproporcional ao corpo e que continham seis dedos.

O fato é que existem cavernas na região, especialmente entre a Serra Azul e a Serra do Roncador, nas quais podem ser encontradas marcas de pegadas petrificadas de pés de seis dedos. Uma delas é conhecida justamente pelo sugestivo nome de “Caverna dos Pezinhos”.

Esta analogia não deixa de ser curiosa. Apesar de serem apenas suposições, e não uma afirmação comparativa.

Sobre a suposta múmia, não necessariamente é referida a certeza de ser um alien, mas foram feitas argumentações, muito bem alicerçadas, o que se leva a pensar em algo insólito, que devemos dar importância, o que me estimulou indagar: “Por que a defesa em aceitação de uma suposta hipótese diferente, mesmo que pouco provável? Por que tanta defesa?”

De início lançou-se a colocação num primeiro ponto de vista: hidrocefalia – tais argumentações com ar de certeza provocou-me certo desconforto, emergindo em mim indignação à violenta não aceitação de outras hipóteses.

Perante inúmeros apanhados do decorrer histórico é bem provável que seja realmente hidrocefalia e/ou outras deformações, mas desconforta-me “conclusões”, principalmente as obtidas a distâncias.

Firmo que não podemos descartar outras possibilidades, cujas quais também têm razões de ser. Devemos deixar em aberto, pois assim não criaremos barreiras que possam despertar defensivas para outras hipóteses. Temos é que correr atrás, ver, analisar, averiguar, etc. Além do mais, ainda sim, mesmo que for algo realmente extraterrestre, teremos inúmeras outras defensivas para aceitação desta “verdade”.

Faço questão de ratificar parte do e-mail do pesquisador Bruno Antônio (que foi atrás do caso) que diz: “... realmente a hipótese de hidrocefalia foi descartada por Wilson [devo citar que ele é o maior especialista em múmias do Brasil]”.

Acompanhando as argumentações de Bruno, peço licença para, novamente, ratificar um curioso comentário deste ilustre pesquisador: “inclusive foi me mostrado a foto do maior caso de hidrocefalia registrado no mundo e sinceramente, não se compara ao caso da múmia”.

Dessa maneira, o caso não fomenta a certeza de alguns que, à distância, opinam sem conhecimento direto da causa passível de mensuração, levantando hipóteses sem a presença do objeto de estudo em mãos. Fica mais cômodo acabar por deduzir aquilo que está as margens do “comum”, descartando outras possibilidades – como um mecanismo de defesa condicionado a não aceitação do diferente, a não conciliação com outras hipóteses.

Levantam-se, também, argumentações dizendo simplesmente “... que ver nessa ‘criança’ um ser alienígena é uma terrível discriminação”, onde digo que: discriminação está na não aceitação de outras hipóteses. Em nenhum momento cogito a certeza, e sim outras possibilidades – isso é ser científico.

Ao que parece o caso foi pesquisado, e é claro que se deve suspeitar dos comentários postados, saber fontes, etc. Mas saber e não criticar antes a algo que possivelmente possa ter sido realmente já analisado por especialistas. É fácil dizer “quem afirma é que tem que provar”, mesmo assim, pelo que parece, visto as argumentações acima, alguns foram atrás e trouxeram curiosas análises. E aí é fácil dizer “é conversa para boi dormir” ou “duvido da capacitação desses especialistas”. Aí eu digo: isso já é problema seu, por que você que duvida não vai atrás em vez de ficar criticando, aí aproveita e tira a dúvida dos famintos pela verdade.

Por isso que, em alguns casos, não venho a levar em consideração os pesquisadores de gabinete [eu disse: em alguns casos].

O que requer a um pesquisador para observar o fantástico desta realidade pouco conhecida é, no mínimo, uma atitude de busca, presença, acompanhado de múltiplas indagações inocentes. E para desenvolvermos essa atitude é preciso estarmos diante do fato e perante os protagonistas.

E foi com este intuito que o autor desta matéria manteve presença in loco numa tentativa e num período de tempo nada fácil pelo que se propunha, mas pelo menos, obteve oportunidade e a honra de conhecer a família Estevanovic e o Museu mencionado, cujo qual, foi notório perceber que aquele rico acervo necessita ser retomada devida atenção.

Afortunadamente inquieto na aceitação da única explicação pré definida, hidrocefalia, manifestei objetivos ampliados numa pequena parcela de presença intensificada in loco, e a busca pelo conhecimento alcançou objetivos mais intrigantes e concretos.

Retomando novamente a curiosa análise comparativa dos centenários ou até mesmo dos milenares convictos relatos indígenas Bororos e Xavantes, do interior mato-grossense, mais precisamente na região da Serra do Roncador, amplamente divulgados em sua rica mitologia, torna-se pertinente trazer a tona a estranha confrontação com os vestígios existentes entre pés de seis dedos, cabeça desproporcional ao corpo, registradas em nítidas comprovações, como por exemplo, a descoberta de cavernas com marcas petrificadas de pés de seis dedos na região daquele interior mato-grossense etc.

Lenda ou não, ainda hoje os mistérios do lugar são guardados a sete chaves pelos índios que vivem na região e lá possuem vários lugares sagrados, que não podem ser visitados pelo homem branco sem que estejam em sua presença. Dentre esses locais há uma caverna na qual os índios só entram até a primeira galeria – não se arriscam avançar mais do que isso, pois temem o que pode haver no subterrâneo. Segundo eles, nas profundezas do local viveriam seres estranhos e quem se arriscar entrar lá não retornará mais.

Outro lugar sagrado para os xavantes é a Lagoa Encantada, um lago com total ausência de vida sob as águas. Alguns índios nadam no local, mas não se aventuram mergulhar mais fundo, pois tem medo de serem sugados por alguma força invisível e não voltarem mais. Segundo os anciões das aldeias da região, a lagoa seria a “entrada das moradas dos deuses, onde luzes mergulham e depois saem da água, em direção as estrelas”.

Em Barra do Garças, cidade considerada a porta de entrada para a Serra do Roncador, é comum ouvir dos índios relatos de contatos com criaturas não-humanas ou extraterrestres, que denominam “seres das estrelas”. Roncador se inicia nos limites do Parque Estadual da serra Azul, uma área de 11 milhões de hectares destinada à preservação do cerrado, Lá se fala muito de outra comunidade indígena desconhecida, que guardaria ferozmente os mistérios da cadeia de montanhas – chamados “Índios Morcegos”.

Sobre eles há um interessante trecho de uma antiga carta escrita pelo explorador e naturalista norte-americano Carl Huni: “A entrada da caverna é guardada pelos índios morcegos, que são de pele escura e pequeno porte, mas têm grande força física. Seu olfato é mais desenvolvido do que dos melhores cães de caça. Mesmo que eles aprovem e deixem entrar nas cavernas, receio que quem o fizer estará perdido para o mundo presente, porque guardam um segredo muito cuidadosamente e não podem permitir que aqueles que entram possam sair”.

Huni descreveu que os índios morcegos viviam em cavernas e saiam apenas à noite para a floresta vizinha, mas sem manter contato com os chamados “moradores de baixo”. Para eles, segundo relatou o explorador, esses moradores habitavam uma cidade subterrânea, na qual formariam uma comunidade auto-suficiente e com uma considerável população. Portanto, torna-se relevante perceber que Carl Huni, que gozava de grande reputação perante a comunidade científica e acadêmica de sua época, arriscou demasiadamente a sua índole, manifestando tamanha afirmação.

Perante exposto, outra inusitada comparação e analogia foi-me surpreendentemente deparada, ao constatar outra coincidente estranheza encontrada no museu de História Natural Wilson Estevanovic: Vestígios do “Índio Morcego”.

A foto apresentada seria vestígios do tão relatado “Índio Morcego”, aqui retratado? Talvez não. Mas o fato é que perante o exposto, pode-se firmar e ratificar que diante de tantas estranhezas, torna-se maior a necessidade de intensificar as buscas por esses aspectos ainda enigmáticos, diretamente observáveis a qualquer pesquisador de bom senso.

Ao direcionar-me observação a uma estranha criatura, entre os vários arquivos dispostos naquele museu, destaquei atenção a morfologia de um ser de pequena estatura com aspecto humanóide com asas de morcego. Tal ser apresenta presas, braços e mãos com garras, sendo que os braços mostravam-se separados das asas, com pêlos no peitoral e poucos pêlos na parte inferior, aparentemente mumificado, totalmente avesso a aparência que eu venha a conhecer sobre morcegos.

É claro que a zoologia, biologia e criptozoologia não é o meu forte, o que apenas posso constatar é que não pretendo emprestar-me às especulações, pois apenas trouxe a tona outros interessantes aspectos que precisão ser diretamente pesquisada por profissionais gabaritados, devidamente documentados.

O que fiz emergir foi apenas uma curiosa analogia, numa comparação impressionante, deparada com a peculiar coincidência aos relatos, mitos e lendas indígenas mato-grossense, passado de gerações a gerações e, atualmente, quase pautadas no esquecimento.

É importante ressaltar que, ao primeiro contato com aquele estranho ser, apresentei-me numa posição de desconfiança, apoiado na necessidade de fazer emergir uma ferrenha posição crítica perante aquela diferente e estranha criatura em forma de morcego, tentando, minuciosamente, através da observação, buscar algum detalhe que denunciasse alguma montagem, farsa ou algo congênere, haja visto que não seria adequado a interrupção de outras possibilidades explicativas.

Ao meu leigo ponto de vista, posso salientar que, ao primeiro momento, não percebi qualquer alteração que venha a denegrir a veracidade daquela aparente mumificada criatura. Tais considerações fundamentadas pela observação in loco, faz acreditar que investimentos numa análise direta e passível de mensuração que, sem dúvidas, resultaria numa melhor qualidade conclusiva.

Tenho a esperança que esta matéria não venha a se resumir apenas a uma primeira experiência, mas que possa, no transcorrer da história, tornar-se estímulo e motivação a algum curioso pesquisador que queira buscar mostrar-se presente diante o fato, no intuito, de qualificar essas carentes pesquisas, visando, assim, a melhoria da ciência atual, com a possibilidade de refletir de forma positiva para a realidade do Fenômeno UFO como um todo.

Autor: Ataide Ferreira
Fonte: Equipe UFO
Crédito da foto: Divulgação

sábado, 24 de novembro de 2007

Indonésia pode proibir viagem de "homem-árvore"





O indonésio Dede, 35 anos, que ficou conhecido por "homem-árvore" depois de ter desenvolvido uma doença que transformou suas mãos e pés em aglomerados de verrugas semelhantes a raízes, pode ter sua viagem aos Estados Unidos proibida pelas autoridades locais, informou a agência AFP nesta terça-feira.

» Indonésio tem "raiz" no lugar dos pés

A viagem seria para tratamento, mas o ministério da Saúde da Indonésia acredita que ela possa acabar em uma turnê "bizarra". "Nós não vamos dar aos médicos americanos a permissão para levar Dede aos Estados Unidos", disse a porta-voz do ministério, Lily Sriwahyuni Sulistiyowati, a um jornal local.

"Além disso, as pessoas que gostam de Dede, especialmente as que vivem em pequenas vilas, não querem que ele vá embora, e especialmente que forneça amostras de sangue. Normalmente essas pessoas não permitem que estrangeiros façam qualquer tipo de teste em seu sangue", complementou.
Tratamento

Os primeiros exames realizados em Dede foram feitos pelo dermatologista americano Anthony Gaspari como parte de um documentário do canal Discovery. Ele acredita que o indonésio aparentemente sofre com uma variação do vírus do HPV, ou vírus do papiloma humano.

Uma das formas mais conhecidas de propagação da doença é pela relação sexual. Mas no caso de Dede, a doença se agravou por um problema genético do ex-pescador: seus anticorpos são incapazes de combater ou simplesmente deter o crescimento das verrugas.

Gaspari disse acreditar que um severo tratamento com vitamina A pode ajudar a determinar a origem do problema e gostaria de levar o indonésio aos Estados Unidos para estudar o caso.

Terra com agências Internacionais.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Estudo indica que foto de Paris Hilton alivia dor de ratos



ÉRA SÓ O QUE FALTAVA!!!

da Ansa, em Roma

Cientistas da Universidade de San Diego, no Estado americano da Califórnia, afirmaram que uma foto de Paris Hilton teria a capacidade de aliviar a dor nos ratos do sexo masculino. O estudo foi apresentado durante um congresso da sociedade americana de Neurociências.

Paris Hilton conseguiu chamar a atenção de ratos; platéia roedora sentiu menos dor

Os pesquisadores perceberam que, depois de uma injeção dolorosa, os ratos do sexo masculino passavam menos tempo lambendo a ferida (sinal utilizado para determinar a quantidade de dor provocada) se na gaiola houvesse uma foto da socialite.

O efeito, que desaparece se a foto é retirada, não foi notado nos ratos do sexo feminino. A pesquisa também concluiu que os ratos, após o "encontro" com Paris, apresentam níveis mais baixos de proteína na parte da medula espinhal responsável pela transmissão da dor.

Os próprios cientistas colocaram em dúvida as propriedades terapêuticas de Paris Hilton. Para eles, a imagem provavelmente age nos hormônios do estresse.

"Os ratos vêem os homens como potenciais predadores e por razões desconhecidas este efeito funciona mais com os machos", explica Jeffrey Mogil, que conduziu o estudo.

A teoria é confirmada por outros estudos conduzidos com imagens muito menos agradáveis, como gatos em poses ameaçadoras. Neste caso, as cobaias também sentiam dores menos intensas.

Escorpião marinho da pré-história era maior que um humano




Qua, 21 Nov, 11h56

LONDRES (Reuters) - Cientistas encontraram a garra fossilizada de um escorpião marinho de 2,5 metros de comprimento, uma criatura assombrosa que viveu antes da era dos dinossauros.
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A descoberta da espécie de 390 milhões de anos, feita em uma pedreira da Alemanha, sugere que os aracnídeos, insetos e crustáceos pré-históricos eram muito maiores do que se pensava até agora, afirmaram pesquisadores da Universidade Bristol (Grã-Bretanha), na quarta-feira.

"Essa é uma descoberta incrível", disse o pesquisador Simon Braddy.

"Já há algum tempo sabíamos que os registros fósseis continham centopéias monstruosas, escorpiões gigantescos, baratas colossais e libélulas enormes, mas não tínhamos descoberto, até agora, o quão grande eram alguns desses antigos bichinhos rastejantes e assustadores."

O resultado da pesquisa apareceu em um artigo da revista Biology Letters assinado por Braddy e os colegas dele.

A garra do escorpião marinho "Jaekelopterus rhenaniae" mede 46 centímetros de comprimento, indicando que a criatura possuía 50 centímetros a mais do que previam as estimativas anteriores.

Não se sabe ao certo por que os artrópodes pré-históricos -- criaturas com esqueletos externos e corpos segmentados -- cresceram tanto. Alguns cientistas acreditam que o processo deveu-se à maior concentração de oxigênio na atmosfera de então.

Outra teoria aventa a hipótese de esses animais terem se envolvido em uma "corrida armamentista" contra suas possíveis presas, os peixes pré-históricos de carapaça.

(Por Ben Hirschler)

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Homem quebra perna de namorada para receber indenização

Indenização seria de 100 mil libras (cerca de R$ 480 mil)

Um britânico quebrou intencionalmente a perna da namorada numa tentativa de fraude contra o governo local para receber uma indenização de 100 mil libras (R$ 480 mil).

O homem, que gravou a fraude pelo celular, enfrenta processo judicial em Plymouth, sul da Inglaterra.

No incidente, ocorrido em outubro de 2006, Thomson colocou um tijolo embaixo do joelho da namorada Elizabeth Hingston e pulou com os dois pés em cima da perna com intenção de quebrá-la. Na gravação do telefone celular de Thomson é possível ouvir o barulho do osso se quebrando.

Thomson entrou então com um pedido de compensação no governo local de Plymouth, alegando que um muro havia caído em cima da perna na namorada.

A fraude foi descoberta quando a polícia fez uma busca não relacionada ao incidente na casa de Thomson e encontrou o telefone celular com a gravação.

Processo

Segundo o advogado de defesa Robert Linford, Thomson sofre de problemas de saúde mental. Hingston, que não é mais namorada do acusado, mas concordou com a fraude, não sofre processo judicial.

Gordon Thomson, 32, se declarou culpado por intencionalmente causar danos corporais graves. “O réu reconhece que há necessidade de cumprir pena imediatamente”, afirma o advogado de defesa.

Linford afirma que o acusado sofre de paranóia e esquizofrenia paranóica em potencial.

A sentença foi adiada para o dia 21 de dezembro, quando ficarão prontos os resultados dos relatórios psiquiátricos que devem confirmar o estado de saúde mental do acusado.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

NY fecha restaurante com sobremesa de US$ 25 mil

O restaurante nova-iorquino Serendipity 3, que já vendeu uma sobremesa de US$ 25 mil (cerca de R$ 43 mil), foi fechado pelo Departamento de Saúde da cidade devido a uma infestação de ratos e baratas.

Segundo o jornal The New York Times, o restaurante de Manhattan não conseguiu ser aprovado na segunda inspeção dos fiscais de saúde, na noite de quarta-feira.

Os fiscais encontraram um rato vivo, fezes de ratos, moscas e mais de cem baratas vivas.

"As duas inspeções revelaram infestações por moscas e roedores", afirmou o Departamento de Saúde de Nova York. "E água parada no porão."

"Estamos corrigindo isso o mais rápido possível", disse o proprietário do Serendipity 3, Steve Bruce, segundo o jornal britânico Daily Telegraph.

A página do restaurante não publicou comentários a respeito do fechamento.

O Serendipity 3 é freqüentado por celebridades e famoso por suas sobremesas caríssimas e pelas filas de clientes que esperam horas para entrar.

O restaurante estabeleceu um recorde, registrado no livro Guinness, com a sobremesa mais cara do mundo.

Junto com um joalheiro, o Serendipity criou a sobremesa "Frozen Haute Chocolate", que tinha 28 tipos de cacau e ouro comestível de 23 quilates, tudo servido em uma taça incrustada com pedras preciosas.

Como "brinde", a sobremesa vinha com uma pulseira de ouro 18 quilates e um quilate de diamantes brancos na base na taça.

"Deu na BBc" - Parte 20-

Saudita estuprada por gangue é condenada a 200 chibatadas

Frances Harrison
BBC News


As mulheres sauditas são sujeitas a leis de segregação de sexo rigorosas.
Uma corte de apelação na Arábia Saudita condenou uma mulher estuprada por uma gangue a 200 chibatadas e seis meses de prisão por infringir as leis de segregação por sexo do país.

A mulher, 19, parte da comunidade xiita, foi estuprada 14 vezes durante o ataque de uma gangue na região leste do país.

Inicialmente, ela havia sido condenada a 90 chibatadas por violar as leis do país que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. Ela tinha estado no carro de um homem desconhecido durante o ataque.

Quando a vítima apelou à Justiça, os juízes encarregados do caso afirmaram que ela teria tentado usar a mídia para influenciar a decisão da corte. Eles decidiram então dobrar a pena e condenar a vítima à prisão.

Os juízes também dobraram a pena dos estupradores – originalmente de cinco anos.

Penalidades

Segundo os jornais sauditas, o estupro aconteceu há um ano e meio numa província do leste do país.

Sete homens da maioria sunita do país foram considerados culpados pelo estupro e condenados a penas de um a cinco anos.

As penas foram dobradas depois do apelo, mesmo assim foram consideradas brandas - o país prevê pena de morte para estupradores.

Os jornais sauditas citaram a declaração de um oficial que afirmou que os juízes decidiram punir a vítima porque ela teria tentado influenciar o poder judiciário pela mídia.

O advogado da vítima foi suspenso do caso, teve sua licença confiscada e enfrenta processo disciplinar.

Teste de LSD em elefante lidera lista de experiências bizarras

da BBC Brasil

Em 1962, o diretor do zoológico Lincoln Park, de Oklahoma, nos Estados Unidos, injetou uma dose maciça de LSD no elefante Tusko, em nome da ciência.

Tusko se virou, soltou um berro e morreu em menos de uma hora. A dose era três mil vezes maior do que a usada para fins recreativos.

Os cientistas justificaram a experiência, dizendo, na época, que queriam ver se a droga detonaria uma condição que afeta machos da espécie conhecida como "musth", na qual eles se tornam agressivos e soltam uma substância grudenta de odor desagradável de suas glândulas. A experiência concluiu que os elefantes são muito sensíveis ao LSD.

O experimento faz parte de uma lista com as dez experiências mais bizarras já realizadas em nome da ciência, publicada na edição desta quinta-feira da revista "News Scientist".

O autor, Alex Boese, conta que começou a compilar a lista quando estava na faculdade, estudando história da Ciência.

"Eu confesso que não tinha nenhum motivo intelectual profundo, simplesmente achava as experiências fascinantes", escreve Boese. "Elas me encheram de incredulidade, surpresa, nojo e, o melhor de tudo, gargalhadas."

Cachorro de duas cabeças

Entre as outras experiências da lista, estão o enxerto de cabeça, ombros e pernas dianteiras de um filhote de cachorro no pescoço de um pastor alemão pelo cirurgião soviético Vladimir Demikhov em 1954.

Ocasionalmente, as duas cabeças brigavam entre si. A criatura sobreviveu por seis dias.

O cirurgião repetiu a experiência outras 19 vezes durante 15 anos e o animal que viveu mais tempo durou um mês. A conclusão: A rejeição dos tecidos torna os animais incompatíveis.

Na época, a experiência provocou críticas de ser apenas um golpe de propaganda para enaltecer cientistas soviéticos, mas hoje em dia atribui-se a Demikhov o desenvolvimento de intrincadas técnicas cirúrgicas que abriram o caminho para o primeiro transplante de coração.

Há ainda o caso do médico que esfregou vômito fresco de pacientes de febre amarela em ferimentos, e chegou a beber o vômito, para tentar provar, erroneamente, que a doença não era contagiosa.

Ele não ficou doente. Depois ficou provado que a febre amarela é altamente contagiosa, mas o vírus tem que ser injetado diretamente na corrente sanguínea

Morte certa

Em 1960, dez soldados americanos foram colocados em um avião e, em seguida, informados pelo sistema de alto-falantes que havia um problema e a nave estava prestes a cair. Uma aeromoça então pediu aos soldados, que acreditavam estar diante da morte certa, que preenchessem um formulário da empresa de seguros.

Quando o último soldado entregou a ficha, foi explicado que tratava-se de um teste e que ninguém estava morrendo. A experiência revelou que, sob o medo da morte iminente, as pessoas cometem mais erros ao preencher formulários.

A lista é tão extensa que virou o livro "Elefantes sob ácido e outras experiências bizarras" (em tradução livre). Alex Boese, no entanto, diz acreditar que "as experiências não são trabalho de idiotas".

"Todas foram feitas por cientistas honestos e trabalhadores que não estão preparados para aceitar explicações de senso-comum sobre como o mundo funciona", diz o autor.

"Às vezes, essa força de vontade leva a descobertas brilhantes. Outras vezes, beiram a loucura. Infelizmente, não há como saber de antemão para onde a viagem vai levá-lo."

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Apaixonado da internet encontra garota que viu no metrô


da Folha Online

Patrick Moberg apaixonou-se por uma garota que viu no metrô de Nova York, achou que nunca mais a veria e então resolveu criar o site nygirlofmydreams, em que desenhou um esboço da garota, com a frase: "Vi a menina dos meus sonhos no metrô".

Dois dias depois, um amigo da garota mandou um e-mail colocando os dois em contato e, na quinta-feira (8), eles se encontraram pela primeira vez.

Em entrevista ao programa matinal "Good Morning America", do canal ABC, no dia seguinte ao encontro, um tímido Patrick explicou que ficou abalado logo após ver Camille Hayton no metrô. "Eu quis falar alguma coisa na hora, mas quando percebi ela já tinha ido", explicou ele no programa, espécie de "Mais Você" do canal americano.
Reprodução

Camille, que é australiana e trabalha como estagiária na revista de comportamento BlackBook, disse não imaginar que a história fosse terminar desta forma."Os americanos são tão engraçados, tão loucos, que só nos EUA poderia ter acontecido algo assim", disse.

Ela contou que não costuma usar o metrô, mas um incêndio em seu apartamento alguns dias antes fez com que ela utilizasse a linha 5, onde Moberg a viu.

Mesmo com tantas coincidências, Patrick diz não acreditar que o encontro tenha sido destino. Já Camille não vê outra explicação para o fato.

Sobre o futuro casal, ambos preferem ser discretos e, de acordo com Moberg, "ainda vão se conhecer melhor".

Garota dos sonhos

A revista "BlackBook", em que Camille é estagiária, resolveu aproveitar a repercussão da história de amor e lançar uma campanha em que oferece outra de suas estagiárias para ser a próxima garota dos sonhos do metrô de Nova York.

No site da revista, o internauta pode conferir o perfil de Carly, 22, assistir a um vídeo em que ela se apresenta e mandar um e-mail explicando porque deveria ser escolhido para encontrar a morena.

sábado, 3 de novembro de 2007

AQUI JAZZ...




FOI O QUE O EMPRESÁRIO PAULISTA PAULO COLELLO
MANDOU ESCREVER NO SEU TÚMULO!

Cerveja após exercícios faz bem, diz estudo


Combinada à água, cerveja ajuda a repor fluidos
Uma pesquisa feita por cientistas espanhóis sugere que o consumo de cerveja após a realização de exercícios físicos pode trazer benefícios ao corpo humano.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de Granada, na Espanha, mostra que a bebida ajuda a repor o líquido perdido no suor, durante o exercício.

Os pesquisadores acreditam que os açúcares, sais e gás da cerveja ajudam o organismo a absorver os fluidos mais rapidamente.

Na pesquisa liderada pelo professor Manuel Garzon, 25 estudantes correram em uma esteira, sob temperatura de 40º C, até ficar exaustos.

Em seguida, os pesquisadores mediam seus níveis de hidratação, habilidade de concentração e coordenação motora.

Metade deles recebia dois copos de cerveja, enquanto o resto recebia água. Depois disso, todos podiam beber quanta água quisessem.

Segundo o Daily Mail, os estudantes que beberam cerveja demonstraram níveis de hidratação "um pouco melhores" do que os que beberam apenas água.

Garzon acredita que o dióxido de carbono na cerveja ajuda a matar a sede mais rápido, enquanto os carboidratos da bebida substituem as calorias perdidas durante o exercício físico.

A experiência foi repetida durante vários meses.

O jornal afirma que, com base no estudo, os pesquisadores recomendam o consumo moderado de cerveja após os exercícios - 500 ml para homens e 250 mil para as mulheres - como parte de uma dieta atlética.

Segundo James Betts, especialista em reidratação pós-exercício da Universidade inglesa de Bath citado pelo Daily Mail, "muitas pessoas pensam no álcool como um diurético, mas se você já está hidratado, uma pequena quantidade de cerveja pode ser um modo de ingerir fluidos".

Mas Betts afirma que a melhor maneira de se reidratar depois de fazer exercício ainda é com bebidas energéticas ricas em açúcares, água e sal.

Crocodilo passa a noite na cadeia na Austrália


Segundo a polícia, animal foi preso depois de ameaçar pescadores
Um crocodilo de 2,4 metros passou uma noite na cela de uma delegacia na cidade de Nhulunbuy, no norte da Austrália, depois de ser considerado pela polícia uma ameaça aos pescadores locais.

O oficial Wade Marshall disse à BBC que, depois de capturar o crocodilo no final da tarde, a polícia não teve outra opção e foi obrigada a prender o animal em uma cela desocupada do distrito policial.

Segundo Marshall, os agentes haviam recebido um alerta de que um crocodilo havia tentado atacar alguns pescadores nas imediações do Nhulunbuy Yacht Club.

Quando os policiais chegaram ao local, no meio da tarde, encontraram o crocodilo a cerca de 30 metros do embarcadouro.

De acordo com Marshall, os policiais decidiram esperar anoitecer, já que é mais fácil localizar os répteis à noite.

"Depois de três horas e algumas tentativas, nós conseguimos capturá-lo e levá-lo para o distrito policial", disse.

"Nós cuidamos dele. Ele foi coberto com uma manta úmida, regada regularmente durante a noite inteira."

Os olhos do crocodilo também foram cobertos, disse o policial, para evitar que ele ficasse muito agitado.

Pela manhã, o "prisioneiro" recuperou a liberdade e foi encaminhado a um criatório de crocodilos na região.